O Cristianismo é uma das maiores religiões do mundo atual e possui diversas vertentes
ou denominações: Católicos Romanos, Católicos Ortodoxos, Protestantes, Evangélicos, Ortodoxos de várias denominações, entre outros. Podemos ainda considerar como cristãos outros ritos não necessariamente ligados a essas grandes denominações, como os Gnósticos, Espíritas
Kardecistas e outros grupos minoritários que se consideram seguidores do nazareno Jesus.
Segundo os livros sagrados do Cristianismo, em um povoado muito pobre nas colinas da
Galiléia, na cidadela de Nazaré (alguns dizem em Belém), nascera um homem que seria o tão esperado Messias do povo judeu, o Salvador: Jesus de Nazaré.
Segundo os relatos bíblicos, fora anunciado desde os tempos antigos pelos profetas dos
judeus e nasceu de uma virgem, Maria, através da manifestação Divina conhecida como Espírito Santo. Cresceu “em espírito e sabedoria”, porém nada encontramos sobre sua infância nos livros considerados sagrados apenas alguma coisa nos livros considerados apócrifos, que deu suporte à
Tradição Canônica.
Quando adulto, saiu de casa e começou a pregar na Galiléia uma mensagem de amor e
caridade a todos, colocando o perdão e a esperança do Reino dos Céus como caminho da Salvação. Chegou até a famosa cidade de Jerusalém, onde ficava o importante centro político e religioso do Judaísmo, o Templo.
Segundo os mesmos relatos bíblicos, Jesus fazia curas, trazia mensagens de paz e amor ao próximo, falava sobre o Reino de Deus através de parábolas e principalmente acusava a casta sacerdotal, os fariseus e saduceus por negligência ao verdadeiro sentido religioso.
Nessa época o Estado Judeu era submetido ao poder do Império Romano e isso causava
muitas rebeliões dos judeus mais ortodoxos e/ou radicais contra Roma. O grupo rebelde de maior relevância nesse contexto foi o dos Zelotes. Nenhum grupo teve êxito e os rebeldes eram sempre condenados à crucifixação, prática comum de Roma para punição.
Eram comuns na época de Jesus, pouco antes e depois também, diversos homens do povo
que se auto intitulavam Messias, ou pelo povo eram assim acreditados, mas os fariseus, acomodados com a situação de detentores do poder judaico e (de certo modo) apoiadores de Roma, combatia-os e lhes negava apoio, pois tinham medo de que o Império enviasse tropas e acabasse com seus privilégios.
Durante sua vida pública, Jesus pregou todos os ensinamentos que acreditou necessário
aos homens e escolheu entre eles alguns homens simples para que fossem os detentores de suas palavras e lhe acompanhassem onde quer que ele fosse, pois seriam futuramente os semeadores
da mensagem após sua retirada ao “Reino dos Céus”.
Sob a alegação de que era um rebelde e blasfemava contra Roma, os sacerdotes judeus convenceram os romanos e a própria população a condenarem Jesus à crucifixação, o que realmente ocorreu no terceiro dia antes da Páscoa Judaica, segundo a Tradição Cristã.
Após a morte agonizante de Jesus na cruz, seus seguidores mais próximos começaram a
pregar que seu mestre tinha “ressucitado” e continuava entre eles, dando-lhes direcionamento, até em torno de 40 (quarenta) dias, quando (diziam) foi arrebatado ao céu, o chamado Pentencostes.
A partir daí os ditos apóstolos continuaram por si sós pregando as mesmas mensagens de seu mestre e que este tinha os deixado e retornado ao lado de Deus, quando retornaria nos fins dos tempos para julgar os vivos e os mortos.
Os discípulos passaram a viajar pela Ásia Menor, Oriente Médio, Norte da África e
Europa, sempre levando as mensagens do Mestre, contudo eram repreendidos, surrados e muitos foram levados à morte de forma muito cruel e dolorosa.
Quando o ‘problema’ chegou até Roma, o próprio Império começou a se encarregar de
enviar mercenário para torturar e matar os judeu-cristãos (como eram chamados os judeus que se convertiam aos ensinamentos de Jesus).
Segundo a Tradição e relatos bíblicos, o inesperado foi que o mais famoso e importante entre os mercenários, Saulo de Tarso, um fervoroso judeu e perseguidor dos “cristãos”, também se converteu à nova religião, depreciada pelos romanos, e adotou o nome de Paulo. E ainda passou a ser o seu maior expoente, pois era um homem culto, educado nos altos padrões da época, além de ser (segundo a Bíblia) um homem de cidadania romana, o que era algo de muito
prestígio social à época, e passou a ser um nome de valores inestimáveis, pois através de seu entendimento sobre Jesus, escreveu diversos livros (Epístolas), o que acabou ao longo da história a dar as características teológicas, doutrinárias e ritualísticas ao novo movimento religioso que fora originalmente pregado pelo Mestre Jesus e depois pelos seus Discípulos.
Paulo era um grande intelectual, judeu de origem e formação e ainda teólogo e filósofo,
portanto carregava um grande bojo de conhecimentos para a elaboração dos escritos que fizera através de suas cartas às primeiras comunidades cristãs.
É importante frisar que na Antiguidade, especificamente na época de Paulo, o
analfabetismo era generalizado, muitos poucos homens estudavam, somente os que tinham riquezas para sustentar esse projeto.
Ele elaborou toda uma teologia sobre “quem era” Jesus, dando a entender de que era a
própria Divindade encarnada, sendo o Espírito Santo, que lhe dera origem no ventre de Maria, também a manifestação do próprio Deus: eram as bases do dogma da Santíssima Trindade.
Ensinou que a vida terrena é uma ilusão e lutas contra a mal, figurada na figura de Satã: inimigo de Deus e que queria tirar o Reino de Deus do coração das pessoas e leva-las ao Inferno,
seus domínios. E pregou que Jesus nascera, fora crucificado, mas vencera a morte e ressuscitara dentre os mortos: eram os princípios dos dogmas da Ressurreição e Expiação (perdão dos pecados para Salvação). Dogmas são (para o Cristianismo) Verdades da Fé, ou seja, resoluções teológicas que foram históricamente definidas pelos primeiros Bispos da Igreja Primitiva, tendo como a Tradição Apostólica e trechos dos Livros considerados Inspirados.
O tempo foi passando e todos os apóstolos e até Paulo foram mortos devido às suas
pregações, mas os seus sucessores, chamados Bispos, Presbíteros e Diáconos, continuaram a levar as mensagens de Jesus mundo afora.
Durante os próximos séculos, outros homens letrados, além de Paulo, começaram
também a escrever livros, Evangelhos e/ou Epístolas sobre tudo o que ouviam sobre a vida e obra de Jesus, cada qual à sua maneira e segundo a Tradição que seguiam sobre o Nazareno.
Apesar de pouco sabido pela grande massa cristã de nosso tempo, as Epístolas
começaram a ser escritas antes e só depois muitos Evangelhos foram escritos pelo mundo cristão; e cada comunidade adotava o(s) seu(s), não havia ainda um Canon (livros considerados
Canônicos e Sagrados) que pudesse informar quais entre eles era “verdadeiro” e quais não eram, como hoje existe.
Portanto, os livros utilizados pelos cristãos eram as Epístolas e os Evangelhos em suas
mais diversas interpretações, muitas vezes conflitantes entre sí, alguns mais, outros menos.
Segundo os estudiosos, muitas Epístolas atribuídas a Paulo foram preservadas, outras perdidas: Coríntios 2 que temos na Bíblia, por exemplo, seria “Coríntios 3”, pois se supões que houve outro livro Coríntios perdido (este sim seria “Coríntios 2”).
Hoje se sabe que nem todas as Epístolas atribuídas a Paulo foram de fato escritas por ele, isso mesmo a Cristandade já admite e sabe, porém a Tradição Cristã definiu o Canon e assim será para sempre.
Talvez estes relatos possam vir de encontro ao pensamento leigo, ou chocar o leitor,
porém a maior parte dos livros bíblicos foram escritos de forma anônima em verdade, coisa que qualquer estudioso sabe e não há problemas em relação a isso. Os próprios Evangelhos da Bíblia foram escritos de forma anônima, tanto que no início do Cristianismo eram tratados como “Memórias dos Apóstolos”. Apenas Lucas tem sua autoria certa, no Evangelho e nos Atos dos
Apóstolos, mas ainda assim não se sabe quem exatamente foi esse autor, pois não era do núcleo original dos Apóstolos. Basta se estudar com seriedade a formação do Novo Testamento e do Cristianismo Primitivo que tais conslusões serão encontradas.
Não se busca aqui denegrir qualquer imagem do Cristianismo, pois (como já foi escrito acima) a própria Igreja (ou Igrejas sérias) sabe disso e em nada muda a Fé dos cristãos de que a Bíblia é como é porque assim Deus quis. Contudo, deve-se lembrar que isso é artigo de Fé e ninguém pode ou tem o direito de criticar.
Bem, entre 1 (um) e 2 (dois) séculos após a morte de Jesus, havia um grande número de
Tradições e todas se diziam as verdadeiras portadoras da “verdade”, gerando diversas seitas e/ou doutrinas cristãs, das mais diversas, com livros diversos e teologias variadas.
Futuramente, um grupo cristão prevaleceria e seria considerado a Ortodoxia (Verdade), é
a atual Igreja Católica Apostólica Romana, enquanto aos outros Cristianismos caberia o lugar de Heresias (Falsas Doutrinas).
Isso porque o Cristianismo radicado na capital do Império, Roma, tinha mais prestígio, membros cultos e socialmente mais bem relacionados ao Império, que, apesar de toda a perseguição que se fazia, não havia mais como negar sua presença e importância. Num passo posterior, passou a ser tolerado, até que se tornou a Religião Oficial. Assim, o Cristianismo começou a ganhar mais corpo e os seus sacerdotes criaram uma hierarquia em que o Bispo de
Roma seria o representante maior, seguindo a Tradição de que Pedro tinha se estabelecido em Roma e fora eleito por Jesus como o chefe da Igreja e, portanto todos os bispos de Roma tomariam para si esse papel, seriam os Papas.
Apesar de já existir uma Ortodoxia aceita (a Igreja Católica), ainda havia partes do
mundo cristão em que diversos cultos diferentes se preservavam ou surgiam, encontrando-se ainda carência de uma real uniformidade no culto. E as comunidades começaram a buscar explicações teológicas sobre diversos aspectos do Cristianismo: quem foi realmente Jesus, qual a sua verdadeira natureza, o que existe de fato depois da morte, quem foi Maria, quais os
verdadeiros sacramentos, qual o sentido do batismo da eucaristia ou casamento, se existe mesmoressurreição ou reencarnação, como deve ser o sacerdócio, enfim, diversos temas foram abordados das mais distintas formas; e criações teológicas variadas foram elaboradas pelos cristãos, sempre segundo os Livros que possuíam e davam valor religioso e segundo a Tradição que seguiam.
O poder central da Igreja, em Roma, já cheia de prestígios e ao lado do Império, resolveu
colocar fim às divergências e começaram a surgir os Concílios, onde bispos das mais diversas regiões se reuniam e resolviam os temas propostos, sedimentando assim os Dogmas – verdades
não questionadas.
Com o imperador Constantino, o Cristianismo foi adotado como religião oficial do Império Romano e toda a estrutura e condições que a Igreja precisava para encerrar as discussões teológicas foi alcançada. Finalmente, após séculos de intrigas, divergências e discussões
teológicas, o Canon foi definido (a escolha dos livros que formariam a Bíblia) e a Ortodoxia “verdadeira” foi imposta.
A partir daí todos os cristãos que não obedecessem aos fundamentos e resoluções de Roma seriam perseguidos pelo próprio Império e condenados como hereges. Portanto, a Igreja agora era uma só, a Igreja Católica Apostólica Romana.
Católica – que dizer Universal;
Apostólica – isso significa que segue os ensinamentos dos apóstolos como pilares;
Romana – tem seu eixo central e principal em Roma (Papa).
Entre as resoluções dos Concílios, ao longo da história, citaremos algumas:
Santíssima Trindade: crença de que Deus é Uno e ao mesmo tempo Trino, nas pessoas Divinas do Pai, do Filho e do Espírito Santo;
Divindade de Jesus: Jesus é a Segunda Pessoa na Santíssima Trindade, o Filho, a
própria Encarnação de Deus, de mesma Natureza Divina, porém também de Natureza Humana;
Ressurreição: quando o Juízo Final chegar ou estiver próximo, todos os mortos ressuscitarão com o mesmo corpo que tinham quando vivos e serão sentenciados por Jesus, indo para o Céu ou para o Inferno;
Salvação: durante sua vida na Terra, os homens devem aceitar e praticar os atos de Jesus como único caminho que conduz a Deus, ou seja, único caminho para a Salvação de suas almas, o caminho para os Céus, para viverem ao lado de Deus;
Santificação: Todos os homens e mulheres serão Ressuscitados e julgados no Dia do
Juízo e os que alcançarem a Salvação serão Santificados, ou seja, viverão eternamente
com Deus em estado de Graça. Porém, algumas pessoas, que viveram na Terra e tiveram uma vida de pobreza, de entrega a Deus e seguiram o exemplo de Jesus, além dos limites normais, podem ser santificadas “antes” do Juízo e já passam a viver no Céu e intercedem a Deus pelos homens quando estes lhes oferecem suas rezas e orações - são os Santos;
Virgem Maria: Dogma que afirma quer Jesus não é fruto de ato sexual e sim nasceu do
ventre de sua mãe Maria, por obra do Espírito Santo, e ela permaneceu virgem até sua morte, Ressurreição e Santificação (num status superior);
Lutero foi excomungado pelo então Papa Leão X, mas devido ao momento político
favorável e o apoio dos nobres da Alemanha, o frade “rebelde” obteve asilo e seu movimento teve sucesso, logo ocorreu uma efetiva ruptura entre Igrejas e diversas Igrejas Protestantes surgiram.
As doutrinas do Protestantismo foram escritas em 1530 e com o tempo novos
reformadores protestantes apareceram, apresentaram seus pensamentos e fundaram suas Igrejas, tais como João Calvino na Suíça (calvinistas) e Jonh Knox na Escócia (presbiterianos).
Apesar de possuirem aspectos teológicos e/ou doutrinários diferentes, no geral essas
grejas possuem certa comunhão de ideais. Assim, pode-se propor que o Protestantismo tem fundamentaçãoconvergênte, tais como, a autoridade maior dos cristãos é a Bíblia e a sua interpretação é livre, desde que inspirada por Deus, logo surgiram diversas denominações protestantes na Europa e muitas delas migraram pelo mundo, em especial aos Estados Unidos.
Havia agora outra grande divisão no Cristianismo:
Igreja Católica Apostólica Romana
Igreja Protestante e suas ramificações
No final do século XIX e depois no século XX, surgiram a partir das ideias protestantes
diversas Igrejas independentes e com doutrinas próprias e elas se espalharam pelo mundo, são as Igrejas Evangélicas, que se dividem basicamente em Pentecostais e Neopentecostais.
A maioria delas seguem os Dogmas definidos nos primeiros Concílios e possuem quase
sempre a mesma essência, variando em detalhes, mais na ritualística, do que nos princípios teológicos.
Hoje, temos então um emaranhado de Igrejas Cristãs espalhadas pelo mundo: católicos romanos, ortodoxos, católicos ortodoxos, protestantes tradicionais, calvinistas, luteranos, presbiterianos, metodistas, pentecostais etc.; cada uma seguindo suas próprias doutrinas e bojos
teológicos próprios. Além delas, encontramos também outras, cuja base é Jesus, mas sem ritualística e doutrina baseados na Tradição Cristã, como é o caso do Espiritismo Kardecista, que se autodenomina Cristão.
É interessante notar que muitos dos irmãos ditos Evangélicos acreditam que não são
membros oriundos de um milenar processo histórico formador e definidor de seus dogmas e de suas bases de fé, creditando tudo que acreditam ao que o próprio Jesus e seus discípulos faziam e acreditavam, coisa que ao bom leitor e estudioso de história não faz o menor sentido.
Jesus nunca afirmou, segundo o próprio Canon (e suas variantes), que era Deus, membro de uma Trindade, ou que tinha a mesma natureza divina que Deus; nunca afirmou que não existem espíritos influenciadores na vida das pessoas, pelo contrário ele os afirmava; Jesus jamais
afirmou que era filho de uma mulher virgem. Jesus foi um grande homem, exemplo a ser seguido e apenas realizou obras de caridade, curas e pediu para que todos se amassem e amassem a Deus.
Pode-se atestar através de estudos que sua existência é comprovada e que realmente foi um ser muito iluminado e revolucionário para o seu tempo, mas não se pode descontextualizar o momento histórico de sua existência. Ele viveu e morreu como um judeu do seu tempo, inserido numa época turbulenta e rebelde, carente de amparo divino (pelo povo judaico). Nasceu na
Palestina do século I, território esse que era dominado pelo Império Romano, e assim deve ser compreendido.
Quando se dizia 'o caminho, a verdade e a vida', segundo a Tradição, ele não estava errado, pois tudo o que ele pregou, em especial o Sermão da Montanha, resume tudo o que um ser humano deve buscar para sua vida e a dos seus irmãos, logo é sim 'o caminho, a verdade e a vida', mas em sentido estrito, não dogmatizado como se apregoam os cristãos de hoje. Ele falou e
mostrou o caminho, mas nunca disse que quem não o seguisse estaria condenado ao castigo eterno! Seguir Jesus não é, obrigatoriamente, seguir a Religião que chamam de Cristianismo (e suas vertentes)!
O Cristianismo foi criado por homens ao longo de todo um processo histórico e homens são falhos, mesmo que inspirados e cheios de boa vontade. Homens são propícios ao erro, a todo um
comportamento que está arraigado nas suas origens, no contexto social e nas suas tendências comportamentais, portanto não são perfeitos. Recebem sim a inspiração divina, mas filtram de acordo com sua capacidade de interpretação e segundo seus próprios costumes e valores de certo ou errado.
A Verdade pertence a Deus, apenas recebemos feixes de luz dessa Verdade e criamos verdade humanas para a Verdade Divina, mas é o que podemos fazer como espíritos encarnados e limitados. Acredito que o maior ensinamento de Jesus e, portanto, “o Caminho, a Verdade e a
Vida” (que resume tudo o que devemos buscar e o sentido de nossa passagem na Terra), seja a frase abaixo; pois todo Amor, Fé e Caridade estão contido nela:
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo!
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